sexta-feira, 14 de junho de 2013

Plano de aula



Plano de Aula - Porcentagem


Percurso Utilizado
Tema 1 - Números e Operações

Grupos de Competências I, II e III

H01 - Reconhecer diferentes representações de um número racional - GI
H02 - Identificar fração como representação que pode estar associada a diferentes significados - GI
H03 - Reconhecer as representações decimais dos números racionais como uma extensão do sistema de numeração decimal, identificando a existência de ordens como décimos, centésimos e milésimos - GI
H10 - Efetuar cálculos que envolvam operações com números racionais - GII
H15 - Resolver problemas com números racionais que envolvam as operações - GIII
H16 - Resolver problemas que envolvam Porcentagem - GIII


Plano de Aula

Objetivo: Por meio de situações-problema, retomar e ampliar conhecimentos relacionados a resolução de problemas envolvendo porcentagem.

Justificativa: A aprendizagem de números racionais constitui a base para outros conteúdos de cunho fortemente social como é o estudo das medidas e da proporcionalidade, que leva ao trabalho com porcentagem e juros.
Os números decimais, o sistema monetário e o sistema de medidas devem ser compreendidos como um estudo integrado, dinâmico e interessante. Sua aprendizagem não pode ser limitada apenas ao estudo de mudança de vírgula de um lado para o outro, sem compreensão, sem manuseio, sem construção e sem o uso de materiais que são utilizados socialmente como embalagens, balanças, fitas métricas, enfim, ferramentas de medição, etc; afinal o papel da escola não é somente transmitir conteúdos, mas formar o cidadão capaz de viver e participar da sociedade em que vive.

Habilidade: Resolver problemas que envolvam Porcentagem - H16

Grupo de Competências: Compreender (GIII)

Público Alvo: 7º ANO

Duração: 8 aulas

Procedimentos Metodológicos: 
- Dividir a sala por agrupamentos produtivos, com o auxílio do professor, conforme a necessidade de cada grupo, socializando a forma como conseguiram resolver o exercício; - Utilização de fichas individuais para fazer os apontamentos e dúvidas.

- Aula expositiva ;

- Utilizar a escala de proficiência para detectar qual a defasagem do aluno, baseada nos níveis das questões no Relatório Pedagógico do SARESP e Matriz de Referência;

Recursos Materiais e Tecnológicos:
- Caderno do Aluno e livros didáticos;
- Materiais Dourado;
- Softwares Educativos pertinentes ao tema;
- Outros materiais lúdicos como revistas, histórias em quadrinhos, jogos, desafios.

Avaliação: A avaliação será desenvolvida em três momentos: estratégias pessoais, desenvolvimento (como chegar) e atividade individual.


domingo, 9 de junho de 2013

Acesso ao seu Blog

Luis Fernando Silva, não consegui acessar o seu blog, favor mandar link para acesso, pois preciso fazer a postagem nele.

No e-mail anterior não consegui acessar.

Obrigado

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Curiosidade Matemática


Data Histórica: 20/02 de 2002
Quarta-feira, dia 20 de fevereiro de 2002 foi uma data histórica. Durante um minuto, houve uma conjunção de números que somente ocorre duas vezes por milênio.

Essa conjugação ocorreu exatamente às 20 horas e 02 minutos de 20 de fevereiro do ano 2002, ou seja, 20:02 20/02 2002.

É uma simetria que na matemática é chamada de capicua (algarismos que dão o mesmo número quando lidos da esquerda para a direita, ou vice-versa). A raridade deve-se ao fato de que os três conjuntos de quatro algarismos são iguais (2002) e simétricos em si (20:02, 20/02 e 2002).

A última ocasião em que isso ocorreu foi às 11h11 de 11 de novembro do ano 1111, formando a data 11h11 11/11/1111. A próxima vez será somente às 21h12 de 21 de dezembro de 2112 (21h12 21/12/2112). Provavelmente não estaremos aqui para presenciar. 
Depois, nunca mais haverá outra capicua. Em 30 de março de 3003 não ocorrerá essa coincidência matemática, já que não existe a hora 30.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Como estudar matemática para o ENEM


Navegando por sites a fora, encontrei esse aqui que fala especificamente sobre o ENEM, e achei interessante já que hoje o foco da maioria dos alunos que querem fazer um curso superior depende dele, aqui vai algumas dicas relativas a Matemática mas se acessar o link, você encontrará assuntos relacionados a muitas outras disciplinas.

Os temas mais recorrentes
Saber que a prova de Matemática e suas Tecnologias do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) traz 45 questões pode assustar. Mas a boa notícia é que ela não exige que você decore fórmulas nem resolva operações muito complicadas.

“A parte fundamental da prova é a interpretação de textos, tabelas e gráficos. Se cair alguma fórmula mais complexa, será em pouquíssimas questões”, afirma o professor de matemática e supervisor da área no Curso Anglo, Glenn Albert Jacques van Amson.

Isso não significa, porém, que não é preciso ter alguma base. “Podemos dizer que 99% das perguntas englobam conteúdo do nono ano do Ensino Fundamental e primeiro ano do Ensino Médio”, afirma o professor. “Então o candidato precisa saber conceitos básicos desses anos.”

Segundo ele, em álgebra, o conteúdos mais cobrado é o de funções - o que inclui leitura de gráficos, geralmente abordando eventos do cotidiano, como o crescimento de saldo bancário. “Logaritmo já caiu na prova e exigiu que o candidato soubesse de cor suas propriedades, mas foi uma exceção”, diz Glenn.

Exemplo: questões tirada do Enem 2011


Em geometria, é fundamental dominar o conceito de triângulos semelhantes e cálculo de áreas, volumes e perímetros. Nesse caso pode ser preciso saber fórmulas – mas elas são intuitivas e bastante usadas pelo estudante ao longo de sua formação, constituindo um conhecimento básico.



E fica uma dica importante: saber mais fórmulas ajuda, mas, segundo o professor, é possível resolver boa parte dos cálculos de toda a prova usando a regra de três.

Em trigonometria, caem conceitos básicos, como seno, cosseno e tangente. Outros temas importantes que podem aparecer na prova: progressões aritméticas e geométricas, probabilidade, análise combinatória e estatística.




Como se sair bem

A maior dica do professor Glenn (e que vale para as outras matérias também) é resolver questões antigas de provas anteriores. Aproveite as que estamos postando por aqui e clique nos links para ter acesso a todas as questões. “Fazendo isso, o aluno vai se sentir bem mais à vontade na hora do exame”, completa.

Outra coisa que ajuda é usar o método pega-varetas.No jogo, que consiste em lançar varetas ao chão e pegar o máximo possível sem movimentar as outras, o segredo é sempre pegar as que estavam mais fáceis para, só depois, tentar tirar as difíceis.

Esse princípio também se aplica ao Enem e ao vestibular, em que há um grande número de questões de diferentes níveis de dificuldade e um tempo limitado para resolvê-las. Assim, comece respondendo as mais fáceis e deixe as mais complicadas para depois. “As questões têm pesos diferentes, mas o candidato deve tentar responder o maior número que conseguir”, explica o professor. Se perder muito tempo nas mais difíceis, sobrará pouco para as que você teria mais chance de acertar, certo?

Alguns dos assuntos mais recorrentes no Enem desde 2009
Funções
Cálculo de área, volume e perímetros
Seno, cosseno e tangente
Progressões aritméticas e geométricas
Probabilidade
Análise combinatória

domingo, 2 de junho de 2013

A inclusão é possível com um pouquinho de paciência e criatividade

"Ensinar crianças e jovens com necessidades educacionais especiais (NEE) ainda é um desafio. Nos últimos dez anos, período em que a inclusão se tornou realidade, o que se viu foi a escola atendendo esse novo aluno ao mesmo tempo que aprendia a fazer isso. Hoje ainda são comuns casos de professores que recebem um ou mais alunos com deficiência ou transtorno global do desenvolvimento (TGD) e se sentem sozinhos e sem apoio, recursos ou formação para executar um bom trabalho. Dezenas de perguntas recebidas por NOVA ESCOLA tratam disso. Mas a tendência, felizmente, é de mudança - embora lenta e ainda desigual. A boa-nova é que em muitos lugares a inclusão já é um trabalho de equipe. E isso faz toda a diferença."
fonte: NOVA ESCOLA Edição 244, AGOSTO 2011. Título original: É possível resolver

A professora Débora Zórnio dá aulas de Geografia na EE Pedro Brandão dos Reis, em José Bonifácio (SP). Em uma conversa com dois alunos interessados em aprender Geografia, a educadora descobriu que os estudantes achavam que todos os países tinham o mesmo tamanho. Para ajudá-los a aprender ainda mais, Débora, com a ajuda da turma, desenvolveu mapas em alto-relevo, com materiais extremamente básicos, como cola, barbates, pedras, etc... e com o auxílio de professores de outras disciplinas passou a desenvolver uma série de atividades com esses alunos (Pedro e Lucas), que como ela mesma cita em sua página do facebook, eles passaram a vivenciar de maneira mais clara e divertida e ter então"As primeiras descobertas do mundo".













A LEITURA, A ESCRITA, O LUXO

"Ler, escrever e contar é o que deveria resultar dos estudos escolares, diziam nossos avós. No antigo Egito, a leitura era ensinada a todos, mas o ensino do cálculo não era generalizado e a escrita era destinada apenas aos filhos das classes dominantes. Em Roma, os escravos que conduziam tais crianças à escola eram chamados “pedagogos”. Em latim, paidòs é criança, e agogòs, condutor. Os pedagogos aprendiam a escrita para poder ajudar as crianças em seu aprendizado. Hoje, é incompreensível uma dissociação entre a leitura e a escrita. A expressão de si e a compreensão do outro são competências complementares. Ler é fundamental para seguir regras com consciência, mas a expressão pessoal é vital, e a escrita é essencial para isso. A oralidade esvanece, a escrita permanece. Animais comunicam-se oralmente; a peculiaridade do ser humano reside na escrita. É preciso ler e compreender o mundo, mas, na escola da vida, temos que assinar o livro de presença. Decididamente, a escrita não é um luxo."
Fonte: Disponível em: http://nilsonjosemachado.net/mileuma.html. Acesso em: 17 maio 2013.


A leitura e escrita pode ser vistas de maneiras muito diferentes, devido cada um ter vivenciado-a de maneiras diferentes. Abaixo o depoimento de alguns professores de matemática da rede estadual, falando sobre essa vivência e a maneira de como até hoje a encaram.

"A importância da leitura e da escrita ocorreu em minha vida, quando eu estava no 2º ano 19....e a professora pediu que eu relatasse o que havia acontecido com o meu pai e seus amigos em uma pescaria, pois o barco havia virado e eles ficaram ilhados, bem longe dos outros companheiros, sem nenhum recurso. Permaneceram durante 3 dias e 4 noites até que o administrador de uma fazenda próxima encontrou-os e prestou socorro. A professora a partir daí, pediu que todos finalizassem o fato da maneira que quisesse e durante o resto daquele ano, cada aluno, uma vez por semana contava a sua história e depois nós reproduzíamos a nossa.
Hoje reconheço a importância que essa professora teve na minha vida e como contribuiu para despertar em mim o gosto pela leitura e pela escrita."

por Luciana Arabe Lima


"Desde pequeno, estudar português era da seguinte forma: assistindo às aulas, decorando regras, fazendo exercícios e lendo um monte de livros obrigatórios. Meus professores eram extremamente rígidos com horários e muito severos em suas avaliações. Por isso, escrever era torturante. As redações, assim como no vestibular, tinham tema pré-definido, tinham que ser feitos na aula, e o tempo era extremamente curto. E ainda, deveria ter como características um texto original e principalmente sem erros de pontuação ou ortografia. Caso contrário, as notas baixas eram certas. E assim fui perdendo o gosto pela leitura e escrita cada vez mais. Já hoje voltei a ter o gosto pela leitura, principalmente por não ser cobrado depois, e poder escolher o que eu tenho vontade de ler."

por Luis Fernando da Silva



"Mesmo tendo seguido a carreira na área de exatas, a leitura sempre me despertou um grande interesse, desde pequena convivi com livros, meus pais liam muito e passaram para os filhos essa virtude, que acabou tornando-se um vício muito bom.
Ler é conhecer um mundo novo, novos vocabulários e diversificadas opiniões. Através da literatura vamos adquirindo argumentos para poder conversar e debater nosso ponto de vista.
Gosto muito de ler e também de escrever, tudo que escrevemos torna-se um documento para ser consultado por outras pessoas e nesse momento podemos passar adiante nossas impressões a respeito de determinados assuntos.
Ler e escrever é o ponto de partida para a compreensão, interpretação e argumentação, somente quem lê pode ter condições de transmitir seus conhecimentos.
Na minha opinião a leitura faz parte do desenvolvimento do ser humano, ler e escrever transforma o mundo ao nosso redor, estou sempre lendo algum livro, a literatura faz parte do meu cotidiano."

por Izabel Walkiria de Angelo Calsaverini Baracioli



"O hábito da leitura é muito importante, pois se realizada com prazer, é possível desenvolver a imaginação, enriquece o vocabulário, envolvendo linguagens diferenciadas.
Infelizmente não tenho esse hábito, na infância o ato de ler praticava por prazer através de gibis e na adolescência e juventude pela necessidade de estudar, mas compreendo que é através da leitura escrita que descobrimos e aprendemos sobre culturas, histórias e hábitos diferentes, para assim compreendermos a realidade, o sentido real das idéias, vivências,etc."

por Karine Calixto